Professora de Ouro Preto conquista Bolsa de Produtividade do CNPq
Caroline Delpupo é a primeira pesquisadora do IFMG a receber a honraria
Ouro Preto (MG) - A docente Caroline Delpupo, integrante da Coordenadoria de Geografia (CODAGEO) do Campus Ouro Preto, alcançou um marco histórico para o Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG).
Ela se tornou a primeira pesquisadora de toda a instituição a conquistar uma Bolsa de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), concedida por meio da Chamada Pública nº 23/2025.
A concessão do benefício representa uma das mais importantes honrarias do cenário científico brasileiro, voltada a valorizar profissionais que apresentam produção acadêmica, tecnológica e de inovação de relevância em suas respectivas áreas de atuação.
No caso da professora Caroline, o reconhecimento valida suas contribuições e o rigor científico de seus trabalhos nos campos das Geociências e das Ciências do Solo.
Geógrafa por formação, Caroline Delpupo possui mestrado e doutorado em Agronomia, com ênfase em Solos e Nutrição de Plantas, títulos obtidos pela Universidade Federal de Viçosa (UFV).
A docente leciona no Campus Ouro Preto do IFMG desde 2017 e, a partir de 2023, passou a integrar também o corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Evolução Crustal e Recursos Naturais da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP).
Recentemente, em 2025, expandiu sua atuação internacional como pesquisadora visitante na University College Cork, na Irlanda.
A trajetória da professora é marcada por uma forte inserção em redes de pesquisa nacionais e internacionais.
Atualmente, ela lidera o Grupo de Pesquisa Geografia e Temáticas Ambientais (GEOTA), vinculado ao IFMG, e colabora com o Grupo de Pesquisa em Ecossistemas Terrestres Antárticos, que faz parte do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) da Criosfera/UFV (Terrantar), além de integrar o INCT Solos do Brasil.
No âmbito institucional de fomento à pesquisa estadual, Caroline foi nomeada para compor a Câmara de Geociências do Comitê de Assessoramento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) durante o triênio de 2026 a 2028.
A pesquisadora também mantém participação ativa em sociedades de classe, como a Sociedade Brasileira de Ciência do Solo, a União da Geomorfologia Brasileira e a European Geosciences Union.
Segundo a direção do Campus Ouro Preto, a conquista inédita consolida a qualidade e a relevância da produção científica desenvolvida dentro do instituto e, ao mesmo tempo, reafirma o protagonismo e a representatividade das mulheres no avanço da ciência e do desenvolvimento tecnológico do país.
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